Do exposto, podemos argumentar que renda e permanência constituem problemas que devem ser assumidos como resultados de uma construção sócio-histórica, definida por variáveis ​​complexas.

A complexidade é, além disso, compreender que nesta construção histórica convergem diferentes processos afetados pela situação dos novos estudantes, representando certo sociais, cognitivas, culturais, econômicos e desempenho em diferentes cursos conducentes a um conjunto com suas aprendizagens e práticas escolares adquiridas no nível anterior.

Aqui vale a pena notar que estes são fortemente condicionados pela duração da educação no nível secundário, que é muito menor na região em geral, comparada com a dos países da OCDE. O tempo real dedicado à aprendizagem nas salas de aula, na maioria dos países da América Latina é muito baixo, o dia letivo dura entre 5 e 5,5 horas.

Escolas públicas em algumas regiões ?

Em geral, as escolas públicas da região oferecem entre 500 e 800 horas de instrução por ano, enquanto nos países industrializados os estudantes recebem uma média de 1200 (Jarque, 2001).

Nesse sentido, um aspecto elementar é a consideração de estratégias de articulação entre os dois níveis de ensino e a definição de tipos de mecanismos que as instituições universitárias propõem como política de admissão: nivelamento, articulatório, seletivo.

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Por esta definição surge como a primeira condição para estabelecer o que dimensões e / ou aspectos atende o dispositivo: o diagnóstico de habilidades e conhecimento geral, o diagnóstico de habilidades e conhecimentos específicos, uma estratégia que anuncia o processo de formação e áreas, portanto, desenvolvidos ou tópicos que realizam o curso curricular, a necessidade de gerar uma universidade inclusão institucional e vida profissional, nivelamento estratégias de competências gerais e básicos, com uma função extra do que a universidade requer operador, perfil, ou uma estratégia de desenvolvimento nos conteúdos curriculares do ensino superior.

Além disso, os professores nos primeiros anos de vida universitária enfrentam o desafio de respostas de construção para as demandas educacionais do relacionamento capaz de estabelecer entre as exigências decorrentes das deficiências identificadas nos processos de aprendizagem dos alunos entrada e adequação aos recursos.

Nos primeiros anos da corrida, as maiores taxas de abandono são calculadas. A entrada irrestrita na instituição pode ser legalizada, mas a distribuição equitativa de conhecimentos elaborados que garantam permanência e sucesso no sistema universitário não pode ser garantida por decreto (Tenti, 1993: 88).

Mudanças no desempenho depois das atualizações

Gertel (1999) encontraram correlação linear positiva alta entre nenhum trabalho e desempenho medido por taxas de graduação de todos os estudantes universitários em Argentina.10 Além disso, o tempo médio gasto pelos alunos nas universidades é significativamente longe do comprimento teórico as raças, 11 observando grandes atrasos na graduação.

Os alunos levam cerca de 50% a mais do tempo “necessário” (teórico) para concluir uma carreira. Certamente há várias razões para isso acontecer; entre outros, o que é indicado em relação à porcentagem significativa de alunos que não estão realmente em período integral; os dados mostram que 40% dividem seu tempo entre o estudo e o trabalho.12

Esses números sobre os baixos rendimentos e o alongamento das carreiras que são lidos com um tom alarmante podem ser ressignificados com base na experiência dos países centrais. Na Alemanha, por exemplo, não só permitem que os alunos a permanecer na faculdade por dez anos, mas aceitá-las bolsas de estudo para continuar até três raças diferentes, desde que eles não vêm antes de trinta anos no mercado de trabalho.

Nos Estados Unidos, mais da metade dos gastos universitários é destinada a bolsas de estudos para estudantes (60 bilhões de dólares são alocados anualmente) porque estão convencidos de que a universidade é um agente de socialização e integração social.

Outro fator, diretamente ligado aos pontos apresentados neste artigo, é o “fracasso vocacional” que, em muitos casos, leva a iniciar uma segunda carreira (Gertel, 1999). Neste sentido, os cursos introdutórios, propedêuticos ou de entrada devem cumprir a função de contribuir para a definição vocacional e a formação de conhecimentos básicos necessários como condição para o acesso ao status de estudante regular no grau.

Isso supõe repensar as observações críticas de caráter pedagógico, curricular e didático sobre o aspecto formativo. Se estas não forem reformuladas, a universidade corre o risco de subordinar o aspecto formativo ao aspecto de matrícula.

Os cursos de articulação ou nivelamento devem, desta forma, atender ao nível de treinamento com o objetivo principal de melhorar as condições, habilidades, conhecimentos e habilidades dos participantes.

O processo de treinamento de habilidades e habilidades como formas de assimilação de conhecimento, é um dos problemas mais importantes no trabalho pedagógico em todos os níveis de ensino, mas principalmente no ensino superior porque é o subsistema onde os graduados são treinados para aplicar conhecimento científico na solução dos problemas apresentados pela sociedade (Tedesco, 2000).

Nesse sentido, o conhecimento lógico-simbólico possibilita a construção de sistemas conceituais abstratos e o desenvolvimento de habilidades inerentes à análise lógica do raciocínio matemático, e habilidades inerentes ao manejo da argumentação.

PROCESSO DE ENTRADA, PERMANÊNCIA E FORMAÇÃO
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Categorias: Educação