Como foi observado, quando a expansão do nível médio pressionado no nível superior, os dispositivos alternativos que vai permitir manter o controlo da situação que dá origem a efeitos diferentes em cada uma das universidades em termos da sua composição de forças e as histórias particulares foram tentadas que os determinam.

A discussão e a legislação argentina sobre essas questões giraram, com variações, em torno dos dois modelos indicados. Dois sistemas de entrada com suas variantes correspondentes coexistem em universidades públicas.

A renda direta pode ou não ser acompanhada de cursos introdutórios, algumas vezes incorporados ao currículo e, outros, organizados por cada unidade acadêmica com caráter não eliminatório.

Cursos centralizados

Em certos casos, esses cursos são centralizados pela universidade e, em outros, a aprovação dos respectivos exames dá vantagens no curso de alguns assuntos. Além disso, o rendimento restrito é derivado da adopção de um exame selectivo e pode ir acompanhado ou não de uma determinada por corrida.

No México, embora todas as instituições de ensino superior necessitam de aprovação como condição para o ensino médio, não há um padrão de requisitos que uniformice regras de cada universidade para a admissão do aluno.

Professor

Há muitas universidades públicas que oferecem cursos de graduação e permitem a “passagem automática” dos graduados a partir deste nível para o nível superior, acessado diretamente, sem limitar ainda mais a quota da escola ou faculdade; para candidatos de outras instituições, testes de admissão são aplicados.

Os exames são de seleção e permitem que os alunos sejam colocados em ordem decrescente de notas de acordo com o número de vagas existentes. Acontece também que os alunos com notas não aprovadoras podem ingressar se a capacidade da instituição a admitir.

No Uruguai, o acesso à universidade ocorre diretamente após a conclusão dos estudos de nível secundário; situação semelhante à do Paraguai, cujo sistema sisu 2019 inscrições exige um requisito básico para ter concluído o ensino médio, mas deixa cada unidade acadêmica para determinar a existência de mecanismos de admissão (testes de admissão, cursos de prova, etc.).

Método de entrada nas universidades

No Brasil, no entanto, a entrada na universidade obtido na articulação entre o chamado Vestibular Testes e quotas são definidas pela instituição e raça competindo por uma média de cinco candidatos para cada vaga disponível.

Curiosamente, há duas décadas, a taxa de aprovação nestes testes tinha se formado a partir de escolas municipais e estaduais foi de 57%, enquanto na última década apenas 21% foi a partir da rede pública, e 79% vieram de sistema particular.

Na Venezuela, a resposta à questão da massa ou seletividade no campo do ensino superior ainda não está resolvida. A questão fica para trás na esteira com forte pressão do governo para incorporar universidades nacionais para mais alunos (100 alunos com idade entre 18 e 23 anos, menos de 40 estão a estudar nesse nível).

Assim sendo atualmente debatido em essência uma política de Estado que visa reduzir significativamente ou eliminar a exclusão escolar em duas frentes: aqueles que por várias razões não têm sido capazes de completar os seus estudos e ensino secundário profissional, e aqueles que, uma vez formados nesse nível, também não puderam ingressar no ensino superior. A proposta é assumir que as universidades devem absorver toda ou grande parte da demanda.

No Chile, o processo de seleção da admissão em universidades entre os anos 1930 e meados da década de 1960 foi condicionado pelos resultados obtidos no bacharelado por meio de um teste altamente complexo.

Em 1966, o Projeto Grassau foi instalado para superar as deficiências dos testes anteriores e com o objetivo de melhorar seus aspectos teóricos, técnicos e administrativos. Este projeto ficou conhecido como o Teste de Aptidão Acadêmica (PAA).

Desde 2003, o PAA é substituído por um novo modelo de avaliação, a selecção teste University (SPU), enquanto que o PAA não era ideal do sistema e medir treinamento de habilidades e não como o nome indicado.
Assim, o processo de maior selectividade encontrado um curso favorável especialmente no caso do Chile, onde de acordo com a Bruner (1989), o sistema é exclusiva do ponto de vista social, por duas vezes sendo selectivo em termos académicos, o que favorece aos jovens com mais formação prévia e por terem dado sua expansão ao setor privado, o que dificulta a entrada de jovens com menos recursos.

O DEBATE “SELECTIVIDADE” VERSUS “EQUIDADE”
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Categorias: Educação